Entenda como funciona o cruzamento da fronteira de Foz do Iguaçu para o Paraguai

Ponte da amizade

O Paraguai é um dos destinos de compras preferidos dos brasileiros – quase que uma tradição que perpassa por gerações. A expectativa sempre gira em encontrar produtos bons e baratos, gerando um custo x benefício atraente. Assim, seja para o atacado ou o varejo, as lojas estão sempre lotadas. Para chegar lá é preciso estar atento no funcionamento da fronteira entre os países para que não haja contratempos.

A Ponte da Amizade é a via que liga o Brasil ao Paraguai e sobre ela está o posto de imigração, onde será necessário apresentar documentos de identificação. Existem algumas regras que regem esta transição, principalmente se você está transitando com produtos. No momento em que planejar seu tour de compras por lá, deve saber sobre as cotas, taxas e todas as outras informações pertinentes sobre o seu funcionamento.

Documento obrigatórios

O primeiro ponto que o turista deve saber para que a sua travessia seja sem problemas é qual documento é necessário apresentar. Como ambos os países fazem parte do Mercosul o acordo prevê como exigência a carteira de identidade (RG). É importante que ela esteja atualizada, sendo requerido um documento que tenha no máximo cinco anos de expedição. O passaporte também pode ser utilizado, se tiver, mas não é uma exigência, enquanto a carteira de motorista nacional não vale. A fronteira funciona todos os dias e 24 horas.

Esteja atento às regulamentações de compras

A segunda questão está em entender como as cotas de compras e isenção funcionam entre os países. Aqueles que atravessam a fronteira por via terrestre têm a cota máxima para a isenção de pagamento de impostos de US$ 150 de compras por pessoa de produtos no Paraguai. Até pouco tempo o valor era de US$ 300, mas agora ele somente é previsto para compras dentro de free shops, que são locais isentos de impostos sobre os produtos.

O bom é a possibilidade de acumular estas duas cotas, uma vez que a dos free shops são consideradas como taxas extras. Assim, o brasileiro pode comprar até US$ 150 em lojas comuns e mais US$ 300 nos free shops sem ter a obrigação de pagamento de impostos. Estas taxas podem incidir em até 50% do valor de compra dos produtos. Cabe lembrar que os produtos considerados de uso pessoal são isentos de impostos.

A avaliação do que seriam os produtos de uso pessoais é feita pelos agentes na fronteira. Para isso, eles observam sobre qual o motivo da viagem, bem como a sua duração. De forma que leva a concluir que roupas e tudo o que for compatível com a circunstância da viagem são considerados pessoais.

Ainda é importante saber que existe regras para aqueles que querem passar pela fronteira com itens repetidos. Para os produtos que custaram até cinco dólares são permitidas 20 unidades, porém eles devem ser no máximo 10 itens idênticos. Acima disso, o limite máximo é de 10 unidades, sendo três idênticas. Segundo a legislação, uma pessoa só pode trazer do Paraguai até 30 itens.

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